
Por que o último terço do ano decide o resultado comercial
Um ensaio sobre o ritmo comercial de setembro a novembro, o que se fecha no último terço e por que a retomada pesa mais do que os seis primeiros meses.
Editorial OMB · Brasil
Artigos com o contexto de Brasil: moeda, regras, calendário e jeito de fazer negócios. E o que vale em todos os mercados.

Um ensaio sobre o ritmo comercial de setembro a novembro, o que se fecha no último terço e por que a retomada pesa mais do que os seis primeiros meses.

Uma lista de verificação em três blocos, números, equipe e sistema, para chegar em setembro com o último terço do ano já desenhado e sem improviso.

Antes de julho, faça as perguntas que evitam clientes sem resposta durante as férias e descubra o que pode continuar rodando sem ninguém presente.

Acompanhe hora a hora um escritório contábil em junho, com agentes atendendo consultas, agendando reuniões e cobrando documentos e honorários.

Onde o dado vive, quem o vê, o que acontece quando o agente erra, como sair do fornecedor e o que a LGPD pede: cinco respostas diretas para a diretoria.

Leia a carteira vencida por faixa e por cliente e use o prazo médio de recebimento para decidir o que cobrar toda segunda-feira de abril.

Um glossário prático com os dez termos de caixa e vendas que fazem a revisão do trimestre virar decisão em vez de apresentação.

Hora a hora, antes e agora: como a agenda de uma diretora de marketing muda quando acompanhamento, publicação e relatório rodam com agentes de IA.

O caminho de um paciente entre a primeira mensagem e a consulta tem quatro passos, e cada um que depende da memória da recepção perde gente. O que mudou.

Carta a um diretor comercial sobre a carteira que parou de responder em dezembro e três formas de retomar as conversas sem pressionar ninguém.

Substituem pessoas, são chatbots, exigem TI, não entendem WhatsApp e boleto, são caros: o que há de real em cada mito sobre agentes de IA.

Glossário com dez termos que definem a experiência do cliente em clínicas, escritórios e prestadores de serviço, com a implicação prática de cada um.

Compare o onboarding de um colaborador antes e depois de o conhecimento da empresa viver em um sistema que responde perguntas em vez de em pessoas.

Uma árvore de decisão em quatro situações para direcionar o orçamento digital do próximo ano: crescer, organizar, cobrar ou reter, com critérios e matizes.

Use cinco passos para decidir, sistema por sistema, o que conectar, substituir ou desligar antes de pensar em trocar toda a plataforma.

Separe atividade de resultado num mês em que os decisores viajam e use a tabela para escolher o que ainda move uma decisão em julho.

Uma árvore de decisão por sintoma para escolher uma única correção de meio de ano, com critérios antes e os limites que ela não resolve sozinha.
Uma conversa de trinta minutos para diagnosticar juntos, sem compromisso.