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Melhores práticas: templates e playbooks de projeto

Cinco princípios para templates que economizam tempo sem virar camisa-de-força.

Um bom template tira 80% do setup. Um ruim cria um projeto que não bate com a realidade. Cinco princípios separam os dois.

1. Templates por tipo de projeto, não por cliente

Um template "Auditoria de marca" serve a qualquer cliente que compre esse engajamento. Não faça templates por cliente — eles forkam para sempre e nunca são atualizados.

2. Tarefas devem ser outcomes, não ações

"Entregável de discovery aprovado" (outcome) ganha de "Ter reunião de discovery" (ação). Outcomes são assináveis; ações são só eventos de calendário.

3. Deixe 20% em branco intencionalmente

Não pré-preencha cada tarefa. A primeira sessão com o líder do projeto deve revelar os 20% específicos deste engajamento. Templates com 100% pré-preenchido nunca são adaptados.

4. Ligue templates às cláusulas do contrato

Se os nomes do seu template batem com os entregáveis do contrato verbatim, change-requests são triviais: "Cláusula 4.2 diz X — isso mapeia ao milestone Y — está fora de escopo até assinarmos change-order Z".

5. Revise templates trimestralmente

Templates apodrecem. A cada trimestre, puxe os últimos 5 projetos fechados de um tipo, veja o que não estava no template e deveria estar. Atualize.

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